História · Guilherme Paz

Do mar
para a arte.

Uma vida ligada às pranchas.
Uma nova forma de as sentir.

01 / A origem

Uma paixão
desde a infância.

Apaixonado por pranchas desde os 5 anos, o surfista e empreendedor Guilherme Paz construiu uma trajetória de mais de 15 anos ligada ao universo do surf.

Guilherme Paz na infância, com uma prancha de surf, em 1987
Guilherme, a infância e a pranchaO início de uma relação com o surf

02 / A fábrica

Anos de partilha.
Um olhar próprio.

2019 — 2024

Entre 2019 e 2024, esteve à frente da Blue Room, em Portugal, uma das grandes fábricas de pranchas de surf da Europa. Durante esse período, teve a oportunidade de conviver e trabalhar com shapers de diferentes partes do mundo, acompanhando de perto processos de criação, design e fabricação. Nesse ambiente, absorveu técnicas e conhecimentos compartilhados por nomes internacionais, entre eles o americano Cole e o australiano Belly.

Guilherme Paz e Cole
Guilherme e ColeCole, shaper da Califórnia, Estados Unidos
Guilherme Paz e Belly
Guilherme e BellyBelly, shaper australiano radicado em Hossegor, França

03 / Uma nova perspetiva

A prancha como
expressão.

Após vender sua participação na fábrica e direcionar seus negócios para outros mercados, Guilherme passou a enxergar a prancha sob uma nova perspectiva: não apenas como um equipamento para o mar, mas como um objeto de arte, design e expressão.

Foi a partir dessa visão que desenvolveu seu próprio conceito de pranchas de surf decorativas — peças criadas sem o compromisso de serem funcionais no mar, permitindo maior liberdade na escolha de materiais, acabamentos, formas e técnicas artísticas.

A proposta é transportar a identidade e a cultura do surf para novos ambientes, transformando a prancha em uma peça capaz de ocupar casas, hotéis, escritórios, restaurantes, iates, galerias e coleções privadas.

O conceito passou a despertar o interesse e a receber o reconhecimento de profissionais ligados ao surf, à arte e ao design em Portugal, incluindo nomes como Carlos Pissarras.

Assim, Guilherme inicia um novo capítulo de sua relação com as pranchas: do mar para a parede, do funcional para a expressão, do surf para a arte.

Conhecer as peças artesanais