História · Guilherme Paz
Do mar
para a arte.
Uma vida ligada às pranchas.
Uma nova forma de as sentir.
01 / A origem
Uma paixão
desde a infância.
Apaixonado por pranchas desde os 5 anos, o surfista e empreendedor Guilherme Paz construiu uma trajetória de mais de 15 anos ligada ao universo do surf.
02 / A fábrica
Anos de partilha.
Um olhar próprio.
2019 — 2024Entre 2019 e 2024, esteve à frente da Blue Room, em Portugal, uma das grandes fábricas de pranchas de surf da Europa. Durante esse período, teve a oportunidade de conviver e trabalhar com shapers de diferentes partes do mundo, acompanhando de perto processos de criação, design e fabricação. Nesse ambiente, absorveu técnicas e conhecimentos compartilhados por nomes internacionais, entre eles o americano Cole e o australiano Belly.
03 / Uma nova perspetiva
A prancha como
expressão.
Após vender sua participação na fábrica e direcionar seus negócios para outros mercados, Guilherme passou a enxergar a prancha sob uma nova perspectiva: não apenas como um equipamento para o mar, mas como um objeto de arte, design e expressão.
Foi a partir dessa visão que desenvolveu seu próprio conceito de pranchas de surf decorativas — peças criadas sem o compromisso de serem funcionais no mar, permitindo maior liberdade na escolha de materiais, acabamentos, formas e técnicas artísticas.
A proposta é transportar a identidade e a cultura do surf para novos ambientes, transformando a prancha em uma peça capaz de ocupar casas, hotéis, escritórios, restaurantes, iates, galerias e coleções privadas.
O conceito passou a despertar o interesse e a receber o reconhecimento de profissionais ligados ao surf, à arte e ao design em Portugal, incluindo nomes como Carlos Pissarras.
Assim, Guilherme inicia um novo capítulo de sua relação com as pranchas: do mar para a parede, do funcional para a expressão, do surf para a arte.
Conhecer as peças artesanais